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Fã de filmes, HQ's, jogos de videogame, reunião em família, com amigos e com qualquer estranho que ande pela rua. Gosto de companhia e gosto de aproveitar os pequenos momentos de felicidade que temos em nossa vida.

TAG: Minha história em 10 músicas

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Outro dia vi a Babee fazendo esta TAG e fiquei morrendo de vontade de fazer também. Deixei passar. Essa semana acabei vendo a resposta da Stephanie e fiquei mais empolgado pra responder. Como as duas deixaram em aberto pra quem quisesse publicar, eu finjo que fui indicado pelas duas e vim aqui publicar pra ser feliz.

Sobre a indicação, não curto muito indicar ninguém, mas dessa vez vou indicar três blogueiras que conheci há alguns dias no Facebook e achei legal divulgar o trabalho das meninas. São as blogueiras: Rute, do Where I Belong; Mari, do Conta mais, Soek e Ana, do Ana do Dia. Todos blogs super legais que vale a visita.

1 – Uma música que lembre um momento bom

 Essa música me deixava muito na bad porque me remetia a momentos e ações que estavam me fazendo muito mal na época. Depois, quando já estava melhor eu voltei a ouvir a música e ela me trazia sentimentos diferentes, muito melhores. Já viajei cerca de duas horas ouvindo essa mesma música e cantando aos berros, feliz da vida.

2 – Uma música que defina sua vida

Essa eu tenho certeza que vou me arrepender de escolher qualquer dia. Todo ano eu mudo a música que define minha vida, porque sempre tenho coisa nova pra ouvir e pra refletir sobre. No momento, acho que minha vida é muito bem definida por esta incrível música, não só pela letra mas pelo que ela já representou pra mim:

3 – Uma música que te faça dançar na balada

Essa é fácil de saber qual. Sempre tentei ir em uma balada pra dançar essa música, mas normalmente só vou em baladas que tocam músicas chatas e Chico Buarque, então fica difícil ser feliz. Mas se eu pudesse escolher uma música pra dançar na balada, em modo repeat seria Like a G6, com o Pe Lanza cantando (pelo menos parece muito).

4 – Uma música tema de algum relacionamento

A gente não gosta muito de assumir isso, porque não é lá muito bonito mas não tinha como ser diferente. Quando nos vimos pela primeira vez ouvimos essa música umas 40 vezes, em todo lugar que íamos. Dali pra frente, quando ouvíamos a música, lembrávamos um do outro.  A música foi essa aqui, ó:

5 – Uma música que sempre te faz chorar

Essa não me faz chorar, mas é a música que mais lembra a minha mãe e toda a reflexão que ela tinha de querer ter vivido melhor a vida. Depois de um tempo ela largou de mão disso e começou a aproveitar realmente a vida, mudando hábitos que ela tinha há décadas. Fico feliz dessa música só me lembrar ela em partes, porque se ela tivesse morrido com o mesmo pensamento da letra da música eu acho que eu nunca me perdoaria.

6 – Uma música que seria toque do seu celular

Essa é a primeira música que eu coloco quando quero correr ou malhar, porque ela me deixa na vibração certa de quem precisa esquecer tudo que aconteceu no seu dia pra começar a encarar um esforço físico. Vale cada riff:

7 – Uma música que você gostaria de tatuar

Essa eu já quis tatuar, mas não consegui imaginar uma arte que ficasse legal. No fim, fiquei com medo de só parecer uma dessas tatuagens pra mostrar pra galera e deixei de lado a ideia, mas se eu pudesse tatuar o trecho “Eu tenho um segredo, Já não tenho medo, Viver não vale nada se eu não me expressar “. Embora pareça clichê, foi isso que meu direcionou durante muito tempo, na minha adolescência. Até hoje ela faz muito sentido pra mim.

8 – Uma música que te deixa com vontade de ficar com alguém

Eu sei que estou monotemático quando o tema é “alguém”, mas enquanto eu não achar ninguém que substitua o sentimento que tive pela minha mãe, não há muito o que se fazer.

Essa música eu gostava quando era muito pequeno. Nem fazia ideia de quem era Ivan Lins naquela época e minha mãe sempre se orgulhou muito por eu gostar dele. Hoje quando ouço eu fico sentindo saudade de ouvir como eu ouvia, com ela, brincando e conversando entre as músicas que se alternavam na vitrola.

9 – Uma música que você está viciada agora

Essa eu não vi de onde veio. Outro dia estava procurando desesperadamente essa música da Adele porque eu só lembrava da melodia e eu queria ouví-la. Ouçam abaixo e entendam porque demorei quase uma semana pra encontrar a música da Adele.

10 – Uma música que faz as pessoas lembrarem de você

Essa eu não faço ideia, mas acho que tem a ver com eu ter assumido algumas diversas vezes que curtia a banda. Dei uma vasculhada nas músicas que eu ouço costumeiramente e só consegui chegar a uma conclusão:

Projeto Indiretas do Bem #1

#PraCegoVer: o livro Indiretas do Bem com um óculos de grau e uma caneta em cima

Olá, tudo bem? É com prazer que lhes apresento um novo projeto que quero postar aqui no blog. Sempre gostei muito de livros e sempre quis fazer resenhas aqui, mas eu não leio na velocidade que gostaria e tenho pouquíssimo tempo livre durante o dia para ler. Cheguei a fazer resenhas, mas não fiquei satisfeito com o resultado.

Em compensação, o livro Indiretas do Bem me faz querer muito ter tempo pra “gastar” preenchendo-o, porque é um desses livros interativos que você vai preenchendo e fazendo atividades divertidas que, nesse caso, são voltadas para espalhar o amor, a alegria e a diversão entre todos. Que maneira melhor do que criando uma série de posts envolvendo o livro para espalhar ainda mais o amor por aí?. Espero que curtam.

Pretendo pular as páginas ou atividades que não forem apropriadas para o formato do blog, então se quiser ver o livro completinho e descobrir todas as atividades, nada melhor do que comprar e dar uma forcinha pras meninas do Indiretas do Bem.

O livro começa com o pedido de uma dedicatória para quem você quiser, incluindo a si mesmo. Achei por bem começar o livro dedicando-o para mim, para mostrar ao que vim. Segue a dedicatória abaixo:

#PraCegoVer: uma página do livro com a dedicatória escrita abaixo e um boneco do Yoshi (Super Mario) em cima da página

#PraCegoVer: uma página do livro com a dedicatória escrita abaixo e um boneco do Yoshi (Super Mario) em cima da página

Van, aproveite muito bem este livro. Como na vida, aproveite cada segundo e cada atividade dele. Divirta-se, acima de tudo, e aproveite o presente!

Em seguida inclui minha arrobinha para mostrar ao mundo a quem este livrinho pertence. A foto eu fiquei devendo porque ninguém mais tira foto 3×4 nesse planeta e se tira, deve estar junto com as pessoas que passam fax ou telefonam pra saber como estamos.

#PraCegoVer: Texto "este livro é um pedacinho de..." acima de um quadrado para foto (sem foto) e Nome: abaixo, com o texto @vanguedes

#PraCegoVer: Texto “este livro é um pedacinho de…” acima de um quadrado para foto (sem foto) e Nome: abaixo, com o texto @vanguedes

Por último, um recado importante de como usarmos esse livro. Vamos todos preencher juntos e nos divertir que é o que mais importa na vida.

#PraCegoVer: Parte da introdução do livro com chamada para Modo de Usar, explicando sobre como usar o livro

#PraCegoVer: Parte da introdução do livro com chamada para Modo de Usar, explicando sobre como usar o livro

Semana que vem daremos início às atividades do livro.

E você? Já tem o seu? Compartilhe nos comentários suas experiências com o livro e vamos, juntos, espalhar o amor por aí.

Fazendo o bem sem olhar Akeem

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Eu sei que o título foi péssimo, mas eu gostei tanto do trocadilho que resolvi deixar. Como o propósito do post é nobre, espero que não se importem.

Dias atrás uma amiga minha me marcou em uma postagem no Facebook sobre um refugiado congolês e pediu nossa ajuda para sua causa. Como eu não fazia ideia de quem nascia no Congo era congolês, dei uma atenção especial para o texto. Me surpreendi incrivelmente e fiquei feliz de ter parado para ler aquele texto e ainda descobri que Akeem era da República Democrática do Congo, que é diferente da República do Congo. Viu? Até agora você só aprendeu coisas legais!

O texto fazia um apelo aos seus amigos que pudessem doar qualquer quantia para um amigo pessoal dela, que vivia em Uganda buscando ajudar crianças órfãs da guerra.

Achei a história deveras interessante e resolvi me aprofundar mais. Lendo o texto e esta matéria, obtive informação suficiente para saber que eu podia dar uma ajudinha também.

Após ter os pais, os irmãos e as irmãs assassinados por adversários políticos, Akeem “viveu” duas semanas sem nada para comer e para beber. Após isso, conseguiu fugir para Uganda e está lá até hoje.

Nosso benfeitor criou a ONG World Child Care Vision em 2013 em Uganda e busca, através dela, levar o básico necessário para outras crianças também refugiadas.

Por falta de recursos, Akeem as auxilia da forma que pode, ensinando-os o básico da educação, conseguindo remédios e cuidando de tudo que pode para que tenham uma sobrevivência digna, em meio à tanto caos. Nesta foto abaixo, Akeem improvisa uma sala de aula onde pode, embaixo de uma árvore.

Foto retirada da fanpage da World Child Care Vision

Foto retirada da fanpage da World Child Care Vision

Akeem está buscando doações de qualquer valor para continuar mantendo a ONG em atividade. Se você puder e quiser ajudar pode procurar diretamente esta minha amiga, Talissa, ou pode doar diretamente através da agência da Western Union (única mais próximo de onde atua). Ele sempre posta na Fanpage o resultado das doações e minha amiga também enviará os comprovantes dos que doarem através dela.

Não lembro nunca de ter pedido nada a vocês aqui porque sou meio contra apelar para “consciência” nesses casos. Mas neste caso, não estou pedindo que se sinta culpado pelo que acontece lá, mas estou dizendo que se você puder e quiser ajudar, com certeza o Akeem e dezenas de crianças amparadas (ainda que minimamente) pela ONG ficarão eternamente gratas.

É assim que eu sou…

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E quem não é como acha que é, não é?

Exceto que a todo momento mudamos de opinião. Cada minuto conta em nossa personalidade e cada ação gera uma reação, que poderia mudar a forma como aquelas ações serão feitas, dali pra frente. É ignorância afirmar que é imutável. Nem as rochas são imutáveis, por que nós gostaríamos de ser?

Aceite as mudanças. Ajuste-se às suas novas opiniões. Desculpe-se pelos seus erros e admita suas incertezas, porque não há nada pior do que alguém que se acha tão perfeito que não possa errar nunca. Admita sua fragilidade e, ao invés de mostrar-se fraco, fortaleça-se através dela, porque é isso que nós fazemos: erramos para aprender e melhorar.

Eu sou como eu sou agora, porque daqui a 10 minutos terei perdido amigos, feito novos, descoberto alguma curiosidade,  provado um sabor diferente, redefinido um aroma antigo e machucado a mão em um alfinete. Se em apenas 10 minutos um milhão de coisas podem acontecer, imagine quanto mudamos durante um dia inteiro. Um mês. Um ano, uma década e uma vida.

Não vá dormir da mesma forma que acordou. Aprenda algo novo, se não hoje, antes que deite-se e não mais levante. Porque tempo é o que temos de mais precioso. Não desperdice se esforçando para ser algo que você não deveria mais ser.

Seja quem você quiser, mas aceite mudar quem você quer ser.

Menina de 12 anos se incomoda com Temple Run e faz o que nós deveríamos fazer sempre

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Se você está lendo este texto há grandes chances de você não ter 12 anos e ser uma garotinha insatisfeita com alguma questão de gênero sobre seu jogo preferido. Mas mesmo assim, só por ser mulher (caso você seja), saiba que existirá uma taxa para que você possa usufruir de “vantagens” que nós homens temos, veja só, de graça.

Pra quem é minimamente ligado ao feminismo sabe bem o que eu estou falando. Mulheres recebem menos que os homens mas acabam, no fim das contas, gastando mais que os mesmos, por conta da nossa querida sociedade machista e todo o universo comercial que diz que “mulheres gastam mais”.

Uma campanha recente cobrou 30% a mais dos homens em contas de restaurante para mostrarem como essa desigualdade é ruim e ficou todo mundo chocado em como esse mundo é desigual. 

Voltando.

Uma menina de 12 anos, Maddie Messer, percebeu que o seu jogo preferido (Temple Run) não tinha nenhuma mulher jogável de forma gratuita. Para isso ela precisaria desembolsar uma quantidade de moedas que conseguiria jogando por muito tempo ou pagando um determinado valor.

Maddie ficou indignada, com razão e fez uma pequena pesquisa sobre todos os jogos do mesmo estilo que continham personagens femininas jogáveis de forma gratuita ou até mesmo de forma paga. Para sua surpresa, Maddie percebeu que:

– 18% dos jogos continham personagens de gênero não identificado (cadeiras, aqueles objetos falantes da Bela e a Fera, etc)
– 98% dos jogos ofereciam personagens masculinos
– 46% dos jogos ofereciam personagens femininos
– 90% dos jogos ofereciam personagens masculinos de graça
– 15% dos jogos ofereciam personagens femininos de graça

Tenho certeza que grande parte de nós, incluindo eu, iríamos ao Twitter e ficaríamos reclamando dessa injustiça e como as empresas são capitalistas. Maddie, boa jornalista como pouquíssimos atualmente são (lembrando que ela só tem 12 anos), resolveu fazer diferente e criou um dossiê completo sobre isso, com estatísticas e informações completas sobre o caso, enviando-o em seguida para The Washington Post. Que também podia só ter ignorado uma menina de 12 anos, mas resolveu publicar a tal história.

Para a surpresa de Maddie, os criadores do seu jogo preferido leram a história e uma das criadoras disse ter tido vergonha ao ler o texto da pequena jornalista. A criadora e seu marido, ambos criadores do jogo, escreveram para Maddie dizendo que ela estava certa e que muito em breve uma personagem mulher estaria disponível no jogo de forma gratuita.

A Disney também leu a carta de Maddie e liberou Elza, de Frozen, como personagem jogável em um de seus “infinite run”.

Além de tudo isso, Maddie se tornou personagem jogável de Noodles Now e tenho certeza que toda essa história fez Maddie perceber como estar indignada pela motivo correto é importante para se chegar a uma solução.

Quantos de nós não ficamos reclamando dos atendimentos online e situações horríveis da vida enquanto podíamos estar agindo e enviando e-mails de esclarecimentos para as empresas responsáveis? Talvez, por pensarmos que ninguém nunca nos ouvirá, deixamos passar uma boa oportunidade de resolver um problema não só nosso, mas de toda uma comunidade.